quarta-feira, 22 de abril de 2020

Dois clipes na ilha Terceira

O primeiro mostra a Marina, em Angra do Heroísmo, no dia 15 junho 2019.


E o segundo, no dia seguinte, num ponto de observação junto à Praia da Vitória, cidade próxima ao aeroporto de Lajes.


terça-feira, 17 de setembro de 2019

Terceira, Açores - passeio de 16 junho 2019

O domingo, 16 de junho, esteve um pouco chuvoso parte do tempo. Mesmo assim fomos conhecer a banda leste da ilha Terceira. Muitas aldeias interessantes pelo caminho. Destaque para a praia da Vitória.







Praia da Vitória






já de volta a Angra do Heroísmo


Terceira, Açores - passeio de 15 junho 2019

Contratamos dois dias de passeio guiado pela ilha Terceira, para poder ter uma ideia melhor dessa bela ilha. O primeiro, no sábado, 15 de junho, teve como pontos altos a Lagoa das Patas, o Algar do Carvão e o Miradouro das Cruzinhas.

Algumas fotos da Lagoa das Patas, área com uma lagoa rodeada por árvores originárias do Japão:






O Agar do Carvão é uma caverna criada por duas erupções vulcânicas distintas e espaçadas no tempo. Dá para ver marcas de bolhas de gás, estalagtites e diversas outras cenas deslumbrantes esperando para serem fotografadas:








Finalmente, o Miradouro das Cruzinhas permite uma bela visão do mar dos Açores:




sábado, 14 de setembro de 2019

Angra do Heroísmo, Terceira, Açores

A terceira ilha dos Açores que fomos visitar, por coincidência, foi a ilha Terceira. Aliás, ela foi também a terceira ilha a ser encontrada no arquipélago e é também a terceira maior.

A principal cidade de Terceira é Angra do Heroísmo. Bem perto do alojamento local onde nos hospedamos, é possível observar uma bela montanha (que, na realidade, foi criada por três erupções vulcânicas distintas). O nome dessa montanha é Monte Brasil:




A Terceira também tem uma importância grande para minha família pois foi em Angra do Heroísmo que viveu George Philips Dart, avô do meu avô paterno, George Bandeira Dart.

G.P. Dart construiu, com o apoio de irmãos em Faial, São Miguel e Liverpool, o maior negócio de produção de laranjas de Portugal à época, sendo grande parte exportada para a Inglaterra.
Seu filho José Guilherme Dart foi mandado para o Brasil e, no novo mundo, deu início ao ramo brasileiro da família.

casa onde viveu George Philips Dart

A casa acima não fica muito longe do local onde nos hospedamos. A seguir, algumas imagens de partes de Angra do Heroísmo também próximas:






Algumas outras imagens de Angra do Heroísmo:





Finalmente, uma imagem de Angra, a partir do Monte Brasil:




sábado, 31 de agosto de 2019

Lajes, ilha do Pico, Açores

A terceira e última vila da ilha do Pico que visitamos foi Lajes.

Descendo da parte montanhosa central, onde fica o Pico propriamente dito, para o sul, por uma estradinha sinuosa e muito bonita, chega-se à vila.



Marta preferiu fotografar a vila de dentro do carro alugado, mesmo. Estava um pouquinho frio.


Na vila, vistamos o Museu da Baleança, que conta a história da pesca de baleia da forma como era feita noa Açores, tempos atrás:



Mais um passeio pela vila:


E fomos almoçar num belo restaurante bem próximo, logo à saída da cidade, onde tivemos a companhia de uma emplumada criatura:




quarta-feira, 31 de julho de 2019

São Roque, ilha do Pico, Açores

No dia 12 de junho de 2019, alugamos um carro em Madalena e saímos para dar uma volta pela ilha e conhecer as outras duas vilas.
Não daria para dar toda a volta à ilha porque ela é muito grande, bem maior do que a ilha do Faial. Além disso, seria possível tomar uma estrada que corta a ilha do Pico mais ou menos na sua metade, na distância mais curta, ligando as outras duas vilas e ainda subindo parte da montanha central, passando não muito distante do pico, em si.

A primeira coisa que logo nos chamou a atenção foi a quantidade de pedras basálticas, pretas, usadas praticamente para tudo, tamanha a disponibilidade das mesmas.
Em particular, tais pedras são muito usadas  para compor pequenos espaços de proteção para as inúmeras parreiras cultivadas na ilha.

Diferentemente de todos os demais parreirais já visitados por nós, em diversas partes do mundo, no Pico - importante produtor de vinho - as uvas crescem esparramadas dentro desses espaços cercados por pedras.


As pedras pretas, como já mencionado, servem para tudo e estão em todos os lugares: casas, muros, quebra-mares etc.






Nessa última foto (acima), é possível se ver a ilha de São Jorge, que também é comprida e não fica longe do Pico. De novo, a ilha de São Jorge:



Para se chegar à vila de São Roque é preciso, primeiro, se afastar da beira d'água e das estradas secundárias em que estávamos. Logo se pode ver o início da montanha:



São Roque parece ser até menor do que Madalena. A seguir, fotos tiradas dentro da vila e, por último, num mirante já na subida da serra:




Pico produz muito vinho e muitos derivados de leite. Vacas podem ser encontradas por toda parte, inclusive na serra:



No alto da serra, antes de se começar a descer para o lado sul da ilha, há uma estrada que vai em direção ao Pico - não fomos porque as nuvens estavam baixas, nessa hora, não permitindo visibilidade - e que pode chegar até Madalena. Mas, não muito longe da bifurcação, é possível conhecer a lagoa do Capitão. Bonito lugar, Aliás, se as nuvens não estivessem tão baixas, encobrindo o pico da ilha, teria sido possível uma foto bem de perto do ponto culminante do país.