A terceira e última vila da ilha do Pico que visitamos foi Lajes.
Descendo da parte montanhosa central, onde fica o Pico propriamente dito, para o sul, por uma estradinha sinuosa e muito bonita, chega-se à vila.
Marta preferiu fotografar a vila de dentro do carro alugado, mesmo. Estava um pouquinho frio.
Na vila, vistamos o Museu da Baleança, que conta a história da pesca de baleia da forma como era feita noa Açores, tempos atrás:
Mais um passeio pela vila:
E fomos almoçar num belo restaurante bem próximo, logo à saída da cidade, onde tivemos a companhia de uma emplumada criatura:
Viajar é necessário. Sempre gostei e deve ser por isso que minha mulher e meus filhos também gostam. E é também por isso que criei a RDart Viagens, uma agência de viagens Home Based. Este blog foi criado para registrar nossas viagens pessoais. Talvez possam servir de inspiração para as suas. Quando quiser, é só pedir cotações, sugestões e comentários baseados na nossa experiência. e-mail: viagens@rdartviagens.com.br whatsapp: +55 11 93100-1240 instagram: rdartviagens2
sábado, 31 de agosto de 2019
quarta-feira, 31 de julho de 2019
São Roque, ilha do Pico, Açores
No dia 12 de junho de 2019, alugamos um carro em Madalena e saímos para dar uma volta pela ilha e conhecer as outras duas vilas.
Não daria para dar toda a volta à ilha porque ela é muito grande, bem maior do que a ilha do Faial. Além disso, seria possível tomar uma estrada que corta a ilha do Pico mais ou menos na sua metade, na distância mais curta, ligando as outras duas vilas e ainda subindo parte da montanha central, passando não muito distante do pico, em si.
A primeira coisa que logo nos chamou a atenção foi a quantidade de pedras basálticas, pretas, usadas praticamente para tudo, tamanha a disponibilidade das mesmas.
Em particular, tais pedras são muito usadas para compor pequenos espaços de proteção para as inúmeras parreiras cultivadas na ilha.
Diferentemente de todos os demais parreirais já visitados por nós, em diversas partes do mundo, no Pico - importante produtor de vinho - as uvas crescem esparramadas dentro desses espaços cercados por pedras.
As pedras pretas, como já mencionado, servem para tudo e estão em todos os lugares: casas, muros, quebra-mares etc.
Nessa última foto (acima), é possível se ver a ilha de São Jorge, que também é comprida e não fica longe do Pico. De novo, a ilha de São Jorge:
Para se chegar à vila de São Roque é preciso, primeiro, se afastar da beira d'água e das estradas secundárias em que estávamos. Logo se pode ver o início da montanha:
São Roque parece ser até menor do que Madalena. A seguir, fotos tiradas dentro da vila e, por último, num mirante já na subida da serra:
Pico produz muito vinho e muitos derivados de leite. Vacas podem ser encontradas por toda parte, inclusive na serra:
No alto da serra, antes de se começar a descer para o lado sul da ilha, há uma estrada que vai em direção ao Pico - não fomos porque as nuvens estavam baixas, nessa hora, não permitindo visibilidade - e que pode chegar até Madalena. Mas, não muito longe da bifurcação, é possível conhecer a lagoa do Capitão. Bonito lugar, Aliás, se as nuvens não estivessem tão baixas, encobrindo o pico da ilha, teria sido possível uma foto bem de perto do ponto culminante do país.
Não daria para dar toda a volta à ilha porque ela é muito grande, bem maior do que a ilha do Faial. Além disso, seria possível tomar uma estrada que corta a ilha do Pico mais ou menos na sua metade, na distância mais curta, ligando as outras duas vilas e ainda subindo parte da montanha central, passando não muito distante do pico, em si.
A primeira coisa que logo nos chamou a atenção foi a quantidade de pedras basálticas, pretas, usadas praticamente para tudo, tamanha a disponibilidade das mesmas.
Em particular, tais pedras são muito usadas para compor pequenos espaços de proteção para as inúmeras parreiras cultivadas na ilha.
Diferentemente de todos os demais parreirais já visitados por nós, em diversas partes do mundo, no Pico - importante produtor de vinho - as uvas crescem esparramadas dentro desses espaços cercados por pedras.
As pedras pretas, como já mencionado, servem para tudo e estão em todos os lugares: casas, muros, quebra-mares etc.
Nessa última foto (acima), é possível se ver a ilha de São Jorge, que também é comprida e não fica longe do Pico. De novo, a ilha de São Jorge:
Para se chegar à vila de São Roque é preciso, primeiro, se afastar da beira d'água e das estradas secundárias em que estávamos. Logo se pode ver o início da montanha:
São Roque parece ser até menor do que Madalena. A seguir, fotos tiradas dentro da vila e, por último, num mirante já na subida da serra:
Pico produz muito vinho e muitos derivados de leite. Vacas podem ser encontradas por toda parte, inclusive na serra:
No alto da serra, antes de se começar a descer para o lado sul da ilha, há uma estrada que vai em direção ao Pico - não fomos porque as nuvens estavam baixas, nessa hora, não permitindo visibilidade - e que pode chegar até Madalena. Mas, não muito longe da bifurcação, é possível conhecer a lagoa do Capitão. Bonito lugar, Aliás, se as nuvens não estivessem tão baixas, encobrindo o pico da ilha, teria sido possível uma foto bem de perto do ponto culminante do país.
terça-feira, 30 de julho de 2019
Madalena, ilha do Pico, Açores
O ponto culminante de Portugal não fica na parte continental do país, mas nos Açores. Mais precisamente na ilha que tem - justamente - o nome de ilha do Pico.
Pico fica muito próximo do Faial. De Horta, chega-se lá, de ferry, em cerca de 30 minutos.
Aliás, de Horta, a vista para a montanha mais alta de Portugal tende a ser melhor:
A ilha do Pico possui algumas aldeias e apenas três vilas. Nenhuma cidade. A vila que fica bem defronte à Horta chama-se Madalena.
Madalena é bonitinha e pode-se passear facilmente por toda a vila, em função das suas dimensões reduzidas.
Ficamos hospedados num hotel, em Madalena Muito bem frequentado, sua piscina abrigou um convescote dos locais:
Perto do hotel uma igreja e, em frente a igreja, uma festa em homenagem ao Divino Espírito Santo, com direito a distribuição de roscas, diversas barraquinhas de comidas, gente bem vestida e até uma banda filarmônica.
Da janela do nosso quarto, dava para ver umas belas pedras que estão localizadas bem perto do cais onde atracam as lanchas que fazem o serviço de transporte do Pico para outras ilhas. O interessante é que, de manhã cedo, as pedras mudam de cor tão logo a luz do sol começa a incidir sobre as mesmas.Logo depois de "acesas", quando o sol levanta mais um pouquinho, as pedras assumem outra vez a coloração normal. Um espetáculo sensacional.
Pico fica muito próximo do Faial. De Horta, chega-se lá, de ferry, em cerca de 30 minutos.
Aliás, de Horta, a vista para a montanha mais alta de Portugal tende a ser melhor:
A ilha do Pico possui algumas aldeias e apenas três vilas. Nenhuma cidade. A vila que fica bem defronte à Horta chama-se Madalena.
Madalena é bonitinha e pode-se passear facilmente por toda a vila, em função das suas dimensões reduzidas.
Ficamos hospedados num hotel, em Madalena Muito bem frequentado, sua piscina abrigou um convescote dos locais:
Perto do hotel uma igreja e, em frente a igreja, uma festa em homenagem ao Divino Espírito Santo, com direito a distribuição de roscas, diversas barraquinhas de comidas, gente bem vestida e até uma banda filarmônica.
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Rodando a ilha do Faial, Açores
Faial não é grande. São pouco mais de 170 quilômetros quadrados, ocupados por cerca de 15.000 pessoas distribuídas por uma cidade e diversas vilas e freguesias.
Por isso, na quinta-feira, 06 de junho, alugamos um carro e demos uma volta completa na ilha, parando em alguns pontos mais interessante, além da cidade de Horta.
Na primeira parada que fizemos, olhando para trás, foi possível fotografar a península que separa o centro de Horta de Porto Pim:
Em seguida rumamos para o extremo ocidental da ilha - Capelo - onde se encontra um farol e o resultado da mais recente erupção vulcânica nos Açores, o vulcão Capelinho, que agregou terra nova à ilha. Por sua data recente (início da erupção em setembro de 1957 - duração superior a 1 ano) a paisagem local ainda está bastante árida, em contraste com a exuberância da vegetação observável em todos os pontos dos Açores.
Outras imagens obtidas durante a nossa volta à ilha:
Por isso, na quinta-feira, 06 de junho, alugamos um carro e demos uma volta completa na ilha, parando em alguns pontos mais interessante, além da cidade de Horta.
Na primeira parada que fizemos, olhando para trás, foi possível fotografar a península que separa o centro de Horta de Porto Pim:
Em seguida rumamos para o extremo ocidental da ilha - Capelo - onde se encontra um farol e o resultado da mais recente erupção vulcânica nos Açores, o vulcão Capelinho, que agregou terra nova à ilha. Por sua data recente (início da erupção em setembro de 1957 - duração superior a 1 ano) a paisagem local ainda está bastante árida, em contraste com a exuberância da vegetação observável em todos os pontos dos Açores.
Outras imagens obtidas durante a nossa volta à ilha:
Porto Pim, Horta, Faial, Açores
Tem um pedacinho de Horta logo após o final da marina e de um morro que limita a orla, chamado Porto Pim.
Trata-se de uma enseada muito bonita que abriga alguns restaurantes de ótima qualidade, uma vista deslumbrante e o Porto Pim Bay - o AL - alojamento local - de propriedade de Rosa Dart, de extremo bom gosto, que tivemos a sorte de escolher como pousada pelo período que passamos na ilha do Faial.
Algumas fotos de Porto Pim e de alguns de seus restaurantes:
Trata-se de uma enseada muito bonita que abriga alguns restaurantes de ótima qualidade, uma vista deslumbrante e o Porto Pim Bay - o AL - alojamento local - de propriedade de Rosa Dart, de extremo bom gosto, que tivemos a sorte de escolher como pousada pelo período que passamos na ilha do Faial.
Algumas fotos de Porto Pim e de alguns de seus restaurantes:
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